" A informação se transmite, o conhecimento é adquirido através de informações."concatenado por Brenda

sábado, 2 de junho de 2012

Como analisar narrativas parte 2

Tema – Assunto – Mensagem

 

Tema

Tema é a idéia em torno da qual se desenvolve a história. Pode-se identificá-lo, pois corresponde a um substantivo (ou expressão substantiva) abstrato(a).

Assunto

Assunto é a concretização do tema, isto é, como o tema aparece desenvolvido no enredo. Pode-se identificá-lo nos fatos da história e corresponde geralmente a um substantivo (ou expressão substantiva) concreto(a).


Mensagem

Mensagem é um pensamento ou conclusão que se pode depreender da história lida ou ouvida.

Exemplo

tema: Amor x Ambição (dinheiro)

 assunto: O casamento e a vida conjugal de Aurélia e Fernando

mensagem: O amor é mais forte que a ambição. 

                                ( Romance de José de Alencar, Senhora)                                   

Discursos

Chamam-se discursos às várias possibilidades de que o narrador dispõe para registrar as falas dos personagens.

Discurso Direto
É o registro integral da fala do personagem, do modo como ele a diz.

      Estirado por sobre a mesa, o administrador gritava:
    - Você já esteve no Alentejo?

                                             (QUEIROZ, Eça de. A ilustre casa de Ramires. Rio de Janeiro, Ed. Ouro, 1978. p. 43.)

Discurso Indireto

É o registro indireto da fala do personagem através do narrador.

 (...) O outro objetou-lhe que por aqui só havia febres e mosquitos; o major contestou-lhe com estatísticas e até provou exuberantemente que o Amazonas tinha um dos melhores climas da terra. Era um clima caluniado pelos viciosos que de lá vinham doentes...

                                 (BARRETO, Lima. Triste fim de Policarpo Quaresma. São Paulo, Ática, 1983 p. 23.)


Discurso Indireto Livre

É um registro de fala ou de pensamento de personagem, que consiste num meio-termo entre o discurso direto e o indireto, porque apresenta expressões típicas do personagem mas também a mediação do narrador.

Ex: 
       Como nas noites precedentes, uma fila de agricultores se formou na porta de uma padaria e o padeiro saiu a informar que não havia pão. Por quê? Onde estava o pão? O padeiro respondeu que não havia farinha. Onde então estava ela? Os agricultores invadiram a padaria e levaram o estoque de roscas e biscoitos, a manteiga e o chocolate.
                                                                                                        (Garcia de Paiva. Os agricultores arrancam                                                                                                        paralelepípedos)

Exemplos

Discurso Direto
Discurso Indireto
Discurso Indireto Livre
Ela andava e pensava:
-Droga!     Estou     tão cansada!
Ela andava e pensava que (a vida) era uma droga e que estava cansada.
Ela andava (e pensava).
Droga! Estava tão cansada.

Algumas questões práticas de análise de narrativas

Identificar

É reconhecer, achar um elemento entre outros.

Comentar

É geralmente tecer comentários gerais sobre o conteúdo do texto, o que supõe uma leitura atenta.

Relacionar/Comparar

 É estabelecer os pontos comuns e diferentes entre dois elementos do texto ou entre ele mentos do texto e da realidade (do autor, do leitor etc.).

Analisar

É separar as partes, compará-las e tirar conclusões lógicas, coerentes com o texto.

Interpretar
 Pode significar comentar ou analisar, dependendo do contexto; de qualquer forma, é uma tarefa que deve se ater aos limites do texto, evitando-se, sempre que possível, misturar as afirmações do texto com aquilo que achamos.

Dar Opiniões

É posicionar-se criticamente frente ao texto, ou a algum aspecto dele, emitir ideias pessoais, desde que comprovadas com argumentos lógicos ou com  passagens do texto.

Como Citar

Nem sempre é necessário citar o texto que se analisa para responder a uma questão sobre ele; Mas há casos em que é necessário citar, ou porque isso foi solicitado (com comandos do tipo: retire do texto, transcreva etc.)

Para Citar Usa-se:

   Aspas: sempre que for citar o texto integralmente ou parte dele;

   Reticências entre parênteses: para abreviar a citação, isto é, pular um pedaço da sequência do texto.
   
Obs: falta o nome da equipe 

terça-feira, 29 de maio de 2012

Como analisar narrativas

Narrar é contar histórias.

 


žElementos da narrativa:
ž- Enredo;
ž- Personagens;
ž- Tempo;
ž- Espaço;
ž- Narrador.

Gênero Narrativo

   Gênero é um tipo de texto literário, definido de acordo com a estrutura, o estilo e a recepção junto ao público leitor ouvinte.

Gênero Literário

 1- Épico: é o gênero narrativo de ficção que se estrutura sobre uma história;
 2 – Lírico: é o gênero ao qual pertence a poesia lírica;
 3 – Dramático: é o gênero teatral.ž

Tipos de narrativa

As narrativas em prosa mais difundidas são o romance, a novela, o conto e a crônica.

Elementos da narrativa

Estrutura sobre cinco elementos
 Personagem, Tempo, Espaço, Ambiente e Narrador
Temos os fatos, uma história, e quem vive os fatos são os personagens.

 Enredo: conjunto dos fatos de uma história e conhecido por muitos nomes: fábula, intriga, ação, trama, história.
Verossimilhança: é a lógica interna do enredo, que torna verdadeiro para o leitor, a essência do teatro de ficção. O leitor deve acreditar no que lê.

Partes do enredo

Toda história deve ter começo, meio e fim. É preciso compreender o elemento estruturador o conflito. Seja entre dois personagens, entre personagem e ambiente, que possibilita ao leitor-ouvinte criar expectativa, criando uma tensão que organiza os fatos da história e prende a atenção do leitor.

Personagem
A/o  personagem de uma narrativa é sempre uma invenção, por  mais que pareça real.

Classificação dos personagens

Protagonista: é o personagem principal
Antagonista: tem também um destaque especial, porém, sempre se opõe ao protagonista, em suas características ou atrapalhando-o.
Secundários: são personagens menos importantes na história.

Quanto a caracterização, os personagens podem ser:

Planos: tendo dois tipos mais conhecidos

Tipo: Conhecido por suas características típicas: sociais, morais, regionais.

Caricatura:  É um personagem reconhecido por características fixas e muitas vezes até ridículas. Muito presente em histórias de humor.

Redondos: classificam-se por características físicas, psicológicas, sociais, ideológicas e morais.
Tempo, Espaço e Ambiente

    * Tempo – quando o fato ocorreu
(Quando?)
            * Espaço ou Lugar – onde o fato se deu
(Onde?)
            * Ambiente – como se deu esses fatos
(Como?)
Tempo

    - Época em que passa a história;

            - Duração da história;

            - Tempo cronológico;

            - Tempo psicológico;

Espaço

    - O lugar onde se passa a história.

O termo espaço, de modo geral, só da conta do lugar físico onde ocorrem os fatos,

Quando falamos de um lugar psicológico, social etc, empregamos o termo ambiente.

Ambiente

 É o espaço carregado de características socioeconômicas, morais, psicológicas, em que vivem os personagens.

Função do ambiente: situar os personagens no tempo, no espaço.
Narrador

    Tipos de Narrador:

1 – Terceira pessoa (narrador observador)
Suas principais características são:

a)    Onisciência
b)    Onipresença


    Variantes de narrador em terceira pessoa:

a)    Narrador “intruso”
b)    Narrador “parcial”

Tipos de Narrador:

2 – Primeira pessoa ou narrador personagem.

Variantes do narrador personagem:

a)    Narrador testemunha
b)    Narrador protagonista



Trabalho apresentado por:

Anilda Costa Alves
José Ferreira dos Santos Júnior
Josilene Felinto da Silva
Kahlil Gibran Vieira Santos

Turma: 2011.1 (noite)

sábado, 31 de março de 2012

Eloquência

minha boca seca ainda sente o pulsar
a sensação é no minimo estranha
parece que comi vermes
sinto a mesma sensação
esquisito pensar

o tempo
 é um remédio
muitas vezes amargo
que nos afeta intricicamente
voraz não permite que meu rosto antes jovial
tenha a mesma sensação ao toque de mãos tão calejadas

forte fraco morto vivo
meu corpo não suporta tal peso
minha alma não é a mesma de antes
a força é uma virtude pra poucos seres

hó grande servidão
um escravo da própria sombra abstrata
de meus sentimentos eloquentes
de um ser abalável,e desgastado pelo próprio
senso critico ao qual  destrói.

terça-feira, 27 de março de 2012

Melopeia, fanopeia e logopeia

Olá!

Sim, sim, você! :D Bem, né?
Bom... Você gosta de literatura? Você gosta de Poesia?

Conhece Ezra Pound?

"Ezra Weston Loomis Pound (Hailey, 30 de outubro de 1885 — Veneza, 1 de novembro de 1972) foi um poeta, músico e crítico literário americano"

E se você passou a vida TODA achando que Ezra Pound era uma mulher, parabéns, e bem vindo ao grupo. :P

Mas, pra chegarmos ao assunto, eu quero detalhar aqui o que entendi sobre Melopeia, Fanopeia e Logopeia.

Olha, segundo Ezra Pound, em ABC of Reading, Melopeia é a arte de musicar a poesia e passou a significar qualquer melodia (recitada ou cantada) em ritmo calmo. A melopeia remete-nos para o mundo criativo dos sons no texto poético.

A Fanopeia traduz o poder visual da imagem "Throwing the object (fixed or moving) on to the visual imagination".

A Logopeia "criação de palavras" traduz a capacidade de combinação da forma e do conteúdo das palavaras com o objetivo de obter a obra sublimada pela beleza estética. É a matéria intelectual do poema, é o elemento que revela a sintaxe do texto, na lógica da sua organização, em sua carga semântica, nas referências e influências artísticas e culturais que contém. Por meio da Logopeia o poema viaja no tempo e dialoga com a memória da civilização.


Legal, né?


Acredito que um bom exemplo de Logopeia, Melopeia e Fanopeia é o poema a seguir:

Anno Domini MCMXXI
(publicado em 1922)

Não estás mais entre os vivos.
Da neve não podes erguer-te.
Vinte e oito baionetadas.
Cinco buracos de bala.
Amarga camisa nova
cosi para o meu amado.
Esta terra russa gosta,
gosta do gosto do sangue.



(Anna Akhmatova*)


* Nota: Toda a obra de Anna Akhmátova é essencialmente autobiográfica e histórica, um depoimento sobre a revolução comunista e do período de perseguição política stalinista. As autoridades russas fuzilaram seu primeiro marido e prenderam o segundo em um campo de concentração, onde ele morreu,



(eu ainda vou completar o post... mas agora preciso trabalhar. Oww, queria ser hippie!)


Beijos,


Melzinha.



sábado, 24 de março de 2012

A morte é apenas um espaço entre a vida e a vida

Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho é filho de Francisco Anysio, um dos homens  mais ricos do Ceará na época, e de dona Haideé Viana de Oliveira Paula. Sua mãe era “especialíssima”, e embora tendo um problema grave no coração, morreu aos 89 anos de idade. O pai tinha uma enorme empresa de ônibus, que um dia pegou fogo, e ele foi dormir rico e acordou pobre. Chico Anysio nasceu na cidade de Maranguape, no dia 12 de abril de 1931. O pai de Chico foi casado quatro vezes e teve 17 filhos, dos quais só uma morreu. Aos oito anos o garoto foi com a família para o Rio de Janeiro e já começou a imitar as pessoas, e para ir ao cinema ou ao futebol, economizava o dinheiro do bonde, indo a pé para o colégio. Com 14 anos começou a ir aos programas de calouros do Rio e depois de São Paulo, e ganhava todos. A ponto de não o aceitarem mais. Foi ao “Programa Ary Barroso”, à “Hora do Padre”, ao “Trabuco”do Vicente Leporace, em São Paulo. E logo Renato Murce o aproveitou para um show. Ia fazer suas imitações nos clubes do Rio e ganhava seus cachês. Estudou para ingressar na Faculdade de Direito, passou, mas não cursou. Foi contratado para o rádio e depois de 15 dias, já tinha quatro profissões: era ator, locutor, redator e comentarista esportivo. Gostava de tudo e fazia tudo perfeitamente bem. Era a Rádio Guanabara. Foi galã de novelas, mas logo preferiu a linha de shows e de comédias, ao lado de Grande Otelo, Chocolate, Luiz Tito. E foi se multiplicando, sem nem mesmo ele saber como. Chegou um momento, porém, já na televisão, que achou que devia escolher uma estrada para ele. E escolher ser “vários”. Decidiu fazer vários personagens. E isso passou a ser o seu “diferencial”. Pensava: “Se um personagem cansar, ele sai, e fica outro. Foi ele que cansou, não eu”. Às vezes eram tão diferentes umas das outras, que nem mesmo ele entendia. Chegou a fazer 207 personagens na televisão. Seu começo nesse veículo de comunicação foi em 1957, fazendo o “Professor Raimundo”, na TV Rio. Tinha estado por muito tempo na Rádio Mayrink Veiga, sempre com sucesso.Na TV Rio, sob a direção de Walter Clark, o sucesso continuou. Como não havia video-taipe, ia de avião para São Paulo, e lá também fazia sucesso. Mas aconteceu de ver rejeitados alguns personagens seus, que mais tarde explodiram de tanto sucesso, como o “Coronel Limoeiro”, o “Quem-Quem”. E aí veio o video-taipe. Como já havia abandonado o rádio, dedicou-se então mais à televisão. Continuava, porém, escrevendo para o rádio. E seus personagens para a televisão ele mesmo escrevia. Só mais tarde foi tendo redatores, como o Antônio Maria, o Aloísio Silva Araújo, Max Nunes. Esteve na Record, e dentro do programa: “Essa Noite se Improvisa”, ganhou três carros, várias geladeiras, era enfim do primeiro time. Esse era um programa de Blota Junior, em que o apresentador dizia uma palavra e os concorrentes tinham que cantar uma música com aquela palavra. Chico ganhava quase todas. Quando esse programa mudou de estilo, Chico Anysio pediu demissão. Após sua saída da Record, foi para o Reio estrear o Teatro da Lagoa. Era o ano de 1969, e aí foi também convidado para ir para a TV Globo. Conheceu o Boni, que nele confiou totalmente, e a quem reverencia até hoje, como sendo o homem que mais entende de televisão. Foram 16 anos de grandes programas. Fez: “Chico Anysio Show”, “Chico City”, “Estados Unidos de Chico City”, “Chico Total”. Em todos eles apareceram seus tipos imortais, como os citados àcima e mais a “Salomé”, o “Painho”, o famoso “Profeta”, e tantos outros. Francisco Anysio se tornou o número um, entre os comediantes do Brasil. Mas aí teve uma queda e fraturou a mandíbula. Ficou um tempo com a dicção praticamente imobilizada. Foi para os Estados Unidos e sua recuperação aconteceu lentamente. Voltou com a “Escolinha do Professor Raimundo” e mais recentemente com “Zorra Total”, em que faz vários tipos famosos. Casado seis vezes, o comediante tem oito filhos, sendo um adotado. Este é seu empresário. Os outros, que são adultos, também estão ligados à arte. Tem dois filhos pequenos, de seu casamento com Zelia Cardoso de Melo, que moram nos Estados Unidos. Só a caçula é mulher e seu nome é Vitória. O pai viaja para vê-los, pelo menos uma vez ao mês. Chico Anysio ainda é escritor. Tem quinze livros lançados e doze à serem editados. E é pintor. Faz uma média de 300 quadros por ano, e está na fase “Marinha”. Vende seus quadros, vende seus livros, e consegue sucesso em tudo o que faz. Trabalhador incansável, dorme apenas quatro horas por noite e, sua explicação para tanta vitória, é o que um amigo lhe disse: ” Não sou ator. Sou Médium”. Essa afirmação ele faz, num tom entre a brincadeira e a reflexão, e se pode ver em seus olhos, uma luz de gratidão, pois nem Francisco Anysio consegue explicar o inexplicável, que é Chico Anysio.(http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_4395.html).


     Sem dúvida um dos poucos ícones verdadeiramente obsecados pela arte,um artista completo,sem sombra de duvida.Chico não vai deixar saudades, porque será imortal,será algo lembrado pelos séculos e séculos ,sem a menor dificuldade,Chico é exemplo para toda uma geração que passou ,que passa e que vai passar,um homem íntegro e de princípios inabaláveis, um homem de expressão comum que em sua delicadesa faz do simples se transformar no composto,parabéns Chico por você ser um exemplo pra mim,e pra todos que pensam em um futuro próspero e de esperanças,minhas eternas congratulações

Null que diabo é isso?

Estava olhando os preços de alguns produtos na Loja Submarino quando me deparei com um monte de livros com o preço = Null, que diabo significa Null então fui pesquisar e me deparei com a seguinte descrições:


Null
Um valor que indica dados ausentes ou desconhecidos em um campo. Você pode usar valores Null em expressões. Valores Null podem ser inseridos em campos dos quais informações são desconhecidas, assim como em expressões e consultas.No Visual Basic, a palavra-chave Null indica um valor Null.Alguns campos, como aqueles definidos como  contendo a chave primária, não podem conter valores Null. 

Entendeu ???  

Null é diferente de zero(0) , é diferente de uma string vazia ("") , e,  é diferente de uma variável que não foi inicializada (empty); o Null é alguma coisa indefinida...

O comportamento do Null quando usado em expressões pode enganar, vejamos :

 Null - Null   é igual Null  é não igual a zero ( 0 ) 


Null + 7         é igual a Null e não igual a 7

Null = Null      é igual a Null e não igual a True




Muitas tabelas de banco de dados possuem campos que não contém valor. Um campo que não contém valor pode possuir um Null ( Nulo) ou uma sequência vazia ("").

Um valor Null pode indicar que a informação existe mas é desconhecida,  ou seja , se um campo "Telefone" não contém valores pode indicar que ou o cliente não possui telefone ou que o seu telefone não é conhecido.

Geralmente usa-se Null para indicar que o campo não contém valores conhecidos. Usamos uma seqência vazia para indicar que , no caso do campo "Telefone",  o cliente não possui telefone.

Para que um valor Null seja inserido em um campo , defina a propriedade Required como Not ( ou deixe a caixa de opção desmarcada) e abandone o campo em branco. 

Não entendi bem, mas pode servir para dizermos que a nossa turma de língua inglesa é NULL de professores de Inglês.

Ou seja: Indefinida, desconhecida e que nenhum professor com juízo perfeito nos quer :(
Somos a turma NULL da UEPB

Vou usar Null como gíria de agora em diante.

terça-feira, 6 de março de 2012

As férias acabaram. Eba!

"Uma vez que uma idéia se apodera do cérebro, é quase impossível erradicá-la." Inception




Passei a semana toda com a idéia de ir a UEPB nessa segunda , mas meus planos falharam por causa do ônibus que quebrou.

Acordei muito bem hoje, meu dia prometia e estava muito ansiosa para que chegasse a noite, pq?pq? ás aulas na UEPB começaram depois de longo três meses iria rever meus amigos, professores e sairia de casa durante a noite (coisa que não fiz estes três meses de férias). Meu dia se estendeu a minha frente prometendo a monotonia do cotidiano e a única coisa que me animou foi saber que ás aulas retornariam à noite, depois de ameaças de greve e dos longos 3,3, 3 meses de férias que foram ótimas mais que me fizeram sentir muita falta da UEPB e dos amigos que fiz o ano passado. Acordei cedo, trabalhei durante a tarde e quando chegou a hora de me arrumar para ir a UEPB estava muito feliz, pois lá estariam meus defenestradores, sai de casa animada, chego na praça e espero até 19:40 hrs e o ônibus não foi para Guarabira pq quebrou, droga! minha animação foi por água abaixo : ( fiquei puta, fiquei triste e irritada, eu iria ver meus amigos e tive que adiar por mais um dia a saudade que tenho deles, mas para quem esperou 3 longos meses o que é um dia, amanhã se o ônibus não quebrar novamente,estarei lá para abraçar todos que amo muito.

Que esse ano dê tudo certo para nossa turma.
Que os ferinhas sejam bem vindos!

Esse post é especialmente para: Brenda, Simony, Daniel, Darly, Mel, Neno, Marlinson

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Férias... 3 meses. Ouxe!

Olá, meninos e meninas!

I miss you!

Está acabando, finalmente. Vamos acabar com a farrinha da UEPB sem a nossa ilustríssima presença em seus corredores.

Estou ansiosa. Demais, demais.
Acabei de ler o post de Yonarah... Owww! Que saudade!


Como estão as férias? As minhas estão ótimas, obrigada. Tive dias divertidos, dias ruins, dias chuvosos, dias marromenos, dias infinitamente chatos. E tive um ensaio de lua de mel. Ah, é verdade, foi tão bom! Foi bom, né, amor? :D

Enfim... mas a super hiper mega grande notícia é que pedi demissão e estou voltando para a sala de aula. Sim, isso é magnífico!

Só assim comecei a entender o quanto amo meu curso. E o quanto ele é rico. Quando começo  a preparar minhas aulas, lembro do que falou Freinet  e faço tudo criativo, espaçoso, colorido, em contato com a natureza; lembro das diferenças "jogadas na cara" por Bourdie e tento não perpeturar; tento seguir as dez competências citadas por Perrenoud.

É dificil, mas com jeitinho e muita vontade de ser a melhor no que faço, consigo encaixar bastante coisa.

E sabe linguística? Não nego pra ninguém o quanto amo linguística. Vou fazer mestrado em linguística!  E esses dias, ajudando minha pequena a ler um livro bilingue (cof, cof, é, livro bilíngue. Ai, engasguei quando estava me exibindo) percebi a grandiosíssima importância dos supra segmentos! Minha pequena leu: "Joana voa com seu avião. Quem mais voa?" mas, leu como se tudo fosse afirmação... Nesse momento eu pensei: Olha aí ó! O supra segmento!

Não sei, gente, se estou abilolando. Mas sentir meu curso no meu dia a dia é uma sensação quase mágica.

:)

Enfim, morro de saudades de vocês. Morro mesmo.

Amo demais!


:***


Melzinha

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Estamos de férias!

Pois é já faz um tempo que estamos de férias da UEPB e a saudade está corroendo nossos corações, ai que vontade de voltar a Universidade! É muito bom ter tempo livre pra fazer o que quiser, mas tempo livre demais é um pouco ruim, nossa férias são de 3 longos meses só falta mais dois, sinto uma falta incomensurável do povo da UEPB, dos amigos, professores e das aulas (menos linguística).
Como você está passando ou passou suas férias? Leu bastante?(se não temos sugestões de livros no clube do Ebook lá no facebook) Viajou? sorriu? chorou? se apaixonou?, se nada disso aconteceu na sua vida não se preocupe temos o ano todo pela frente e mais férias no meio do ano, depois lá no final do ano, temos muitos feriados, o tempo livre não vai fazer muita falta esse ano, pois teremos muitos feriados mais do que o ano passado, o que faz falta mesmo e  fará nessas folgas é o sorriso da  Mel, os desenhos da Simony, as idéias mirabolantes da Brenda, os abraços do Daniel, a inocência da Darly, as apresentações tremulas do Neno, o do contra de Marlison, (as pessoas que você conhece mais não lembra o nome :), as pessoa que você sabe o nome e não deseja conhecer :( os professores que se fazem de carrascos, daquele professor de inglês que ama a turma ¬.¬  de todos que fizeram parte do nosso primeiro ano.
Dá uma saudade de falar das provas, trabalhos e seminários ( só de falar, pq de fazer aff ), de ver os ferinhas se achando o máximo sem saber o que os espera, aiaiaiai... Que saudades de tudo e ainda faltam dois meses.



domingo, 1 de janeiro de 2012

Feliz Ano Novo!





Eis aí uma nova chance de começar: Não, a página não está em branco, sua vida não está zerada e você não vai poder reescrever o que gostaria. Mas, eis aí uma nova chance de começar agora e fazer tudo diferente.

Se acha que amou de forma insuficiente, ame, ame desde já.
Se acha que não perdoou o quanto deveria, perdoe.
Abrace, chore, reencontre, encontre. Sério, faça cada minuto ser inesquecível.
Arrisque, arrisque se for preciso. Mas sorria.

Escreva um novo capítulo, inaugure uma nova época ou, quem sabe, até uma nova linhagem.
Funde novos reinos!

O ano novo é só pra nos lembrar que nada para: tudo está em constante movimento, e que nos cabe fazer girar esse carrossel da vida de maneira a sermos felizes e transformar em felicidade o eterno suceder do tempo dos outros.

Que nesse novo ano floresça a humanidade em você, mas não essa humanidade que passa nos jornais, mas a humanidade que nos une, que brota da ação humanitária, do amor ao próximo; "Amai ao teu próximo como a ti mesmo".... Quem sabe assim veremos, ao final de 2012, a restrospectiva como: "O Ano da Paz".

Eu acredito. Você deve fazer o mesmo. Essa corrente de bons desejos pode sim fazer a diferença.

Felicidades, imensas felicidades! Que seu coração se abra e se encha de plenitude!



"O Ano Novo ainda não tem pecados
É tão criança...
Vamos embalá-lo...
Vamos todos cantar juntos em seu berço de mãos dadas,
A canção da eterna esperança."

(Mário Quintana)
                               


Com imenso carinho,


Mel.