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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Por que tantos porquês?

Ainda no assunto das expressões que causam dúvidas, resolvi trazer mais uma que, por sinal, deixa muita gente confusa com suas QUATRO maneiras de se usar. Vamos a elas!


A língua portuguesa possui quatro porquês e ninguém entende o porquê de tanta confusão. Isso ocorre porque é necessário diferenciar suas funções. Mas por quêPorque os porquês podem ter função de substantivo, ser a junção de preposição com pronome interrogativo, ser uma conjunção subordinativa causal ou ainda ser o último elemento da frase. Não há por que se confundir porque tudo é muito simples. Bastam decorar as quatro situações, porque além delas, não existem outras. Não entendeu ainda. Por quê?




Os quatro tipos de porquês


Porquê: É um substantivo e por isso somente poderá ser utilizado quando precedido de artigo (o, os), pronome adjetivo (meu, este, esse, aquele, quantos) ou numeral (um, dois, três). Usa-se, quando puder ser substituído pela palavra Razão.
Ex: Dê-me um PORQUÊ do seu atraso. (Dê-me uma RAZÃO do seu atraso.)

Por que: Usa-se por que, quando podemos substituí-lo por: qual razão, pelo qual, pela qual, pelos quais, pelas quais, por qual.
Ex: POR QUE ele não fez o exercício? (POR QUAL MOTIVO ele não fez o exercício?)

Porque: É utilizado ligando duas orações indicando causa, explicação ou finalidade. Podemos substituí-lo por: já que, pois ou a fim de que.
Ex: Ela não comprou PORQUE não quis. (Ela não comprou, POIS não quis.)

Por quê: É empregado em um caso único - final de frase ou quando a expressão estiver isolada. Sempre que a palavra que estiver em final de frase, devendo receber acento, não importando qual seja o elemento que surja antes dela.
Ex: Você não veio ontem, POR QUÊ?
      Você reclama de tudo, POR QUÊ, meu filho?




E Para finalizar, eu encontrei esse texto muito fofo na internet que eu e o meu grupo íamos apresentar num seminário que não deu certo, mas enfim, é assunto passado... chamado "Os porquês do porquinho" e é uma ótima sugestão para ensinar os pequenos  (os grandes que ainda não sabem diferenciar o uso deles também) de uma forma bem divertida:





Os porquês do porquinho

Aconteceu na Grécia.
Era uma vez um jovem porquinho, belo e bom, muito pequenino, cuja vida foi dedicada à procura dos porquês da floresta. Tal porquinho, incansável em sua busca, passava o dia percorrendo matas, cavernas e savanas perguntando aos bichos e aos insetos que encontrava pelo caminho todos os tipos de porquês que lhes viessem à cabeça. 
- Por que você tem listras pretas se os cavalos não as têm ? - perguntava gentilmente o porquinho às zebras. 
- Pernas compridas por quê, se outros pássaros não as têm? - indagava às siriemas, de forma perspicaz. 
- Por que isso? Por que aquilo? 
Era um festival de porquês, dia após dia, ano após ano, sem que ele encontrasse respostas adequadas aos seus questionamentos de porquinho. 
Por exemplo, sempre que se deparava com uma abelha trabalhando arduamente, ele perguntava por quê. E a pergunta era sempre a mesma: 
- Saberias, por acaso, por que fazes o mel, oh querida abelhinha? 
E a abelha, com seus conhecimentos de abelha, sempre respondia assim ao porquê
- Fabrico o mel porque tenho que alimentar a colmeia
Mas a resposta das abelhas não o satisfazia, porque eram os ursos os maiores beneficiados com aquela atividade. 
- Alguma coisa deve estar muito errada, porque eram os ursões que ficavam com quase todo o mel, sem ter produzido um pingo.- pensava o porquinho. 
Então, valente como os porquinhos de sua época, seguia pela floresta à procura de ursões, fortes e poderosos, ansioso por que eles soubessem a resposta. Quando encontrava um, perguntava: 
- Senhor, grande e esperto ursão, poderias me dizer a razão e solucionar o porquê da questão? 
E alguns ursos, mais exibidos, até tentavam responder, porque de mel eles entendiam muito, mas sobre trabalho... as respostas eram sempre do senso comum de ursão e não resolviam a questão. 
- Elas fabricam o mel porque ele é muito gostoso. – diziam uns. 
- Elas o fabricam porque o mel é delicioso. – diziam outros. 
Havia aqueles que se limitavam a olhar feio e, ainda, aqueles que até ameaçavam o pobre porquinho e iam embora, sem dizer por quê. Apesar disso, o porquinho seguia em frente. 
Um dia - porque toda história têm um dia especial - o porquinho encontrou um oráculo em seu caminho e resolveu elaborar o seu mais profundo porquê. Afinal, oráculo é para essas coisas. Então, ele perguntou com sua voz fininha, mas de modo firme e sonoro 
- Por que existo? 
Houve um profundo silêncio na floresta e o porquinho pensou que aquele porquê nunca seria respondido, afinal. 
Mas de repente, o oráculo falou, estrondosamente, porque era oráculo. 
- Procure o Sr. Leão, rei da floresta, e pergunte a ele por que você existe. Só ele lhe dará uma resposta adequada. 
Então, feliz, animado e saltitante, lá se foi o porquinho à casa do grande e sábio rei da floresta, carregando o seu também grande e sábio porquê
Ao chegar à casa do leão, o porquinho bateu à porta e, quando foi atendido por sua realeza, tratou logo de lascar o seu porquê mais precioso: 
- Sr. Leão, rei dos reis, sábio dos sábios, poderia Vossa Alteza me dizer por que existo? 
E o leão, porque era leão, respondeu mais que depressa. 
Nhac. 
Porque é o da história! 
Fim 

Clóvis Sanches


Beijos :*
Simony (Twitter: @Anany_Oliveira)
 

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Expressões e Dúvidas



Esta semana, a nossa prof.ª de Língua Portuguesa (Iara Martins) nos passou um trabalho referente as expressões que causam dúvidas. Apresentarei a seguir as regras necessárias de cada uma delas para não causar nenhum tipo de dúvida na hora do uso das seguintes expressões:

Há/ A:
- Tempo passado. Substitui por FAZ e tem sentido de existe(m).
Ex.:  Sai pouco.
        alunos estudiosos.
A - Tempo futuro, Substitui por DAQUI e DAÍ.
Ex.: Sairei daqui a pouco.
     
Onde/ Aonde:
Onde - Em algum lugar (cessação de movimento).
Ex.: Moro onde não mora ninguém.
Aonde - A algum lugar (movimento).
Ex.: Você vai aonde?

Mal/ Mau:
Mal - é antônimo de bem.
Ex.: Todos falam mal (bem) de você.
Mau - é antônimo do bom.
Ex.: Ele é um menino mau (bom).

Está/ Estar
Quando se pode substituir por outro infinitivo, o correto é usar o termo ESTAR.
Ex.: Ele pode [está] ou [estar] certo.
A frase poderia ser: Ele pode ANDAR certo, portanto, usa-se ESTAR.
Se a frase fosse: Você [está] ou [estar] bem? 
Ela não admitiria a substituição por outro infinitivo como no exemplo acima, portanto, o correto é ESTÁ.


Menos/ Menas:
Menos é advérbio, portanto, é INVARIÁVEL.


Meio/ meia:
Concordam, normalmente, com o substantivo a que se referem.
Observação: MEIO, advérbio, é invariável.
Ex.: É meio dia e meia.
       Encontrei-a meio triste.






Então é isso, espero ter ajudado, até a próxima.


Simony.

domingo, 9 de outubro de 2011

Preciosa - Uma história de esperança


O meu post de hoje é uma indicação de um filme de altíssima qualidade que vimos na sala de aula no horário de Prática Pedagógica com o Professor Wallene. O filme apresenta características muito semelhantes a vida real e ele aborda como a educação é de extrema importância e crucial na vida de um indivíduo.

Preciosa tem 16 anos e engravida pela segunda vez do próprio pai, que a estuprava frequentemente. Sua mãe, preguiçosa, arrogante e abusiva é desprezada pelo seu marido e toda a sua raiva e ciúmes é descontada na sua própria filha. Todo este sofrimento gera consequências, como a falta de auto-estima que faz Preciosa se esconder do mundo e encobrir, por exemplo, o fato de não saber ler ou escrever. A jovem tem uma segunda chance graças a uma assistente social que a encaminha para uma instituição alternativa. Lá, Preciosa encontra a força para mudar o rumo de sua história...

A ideia do filme é mostrar ao publico que há uma solução, ou ao menos um amenização de certos traumas de infância, basta ter alguém que cuide e oriente os jovens da maneira mais viável, transmitindo carinho, afeto e uma boa educação, qualidades que Preciosa nunca recebeu de seus "verdadeiros" pais, e isso nos faz abrir os olhos para que fiquemos atentos a certas negligências e maus tratos que nos deparamos no dia a dia, mas que nunca interferimos em nada.

Deixo em anexo abaixo o trailer do filme como indicação aos educadores, ou apenas bons apreciadores de filmes de qualidade. Vale muito a pena assistir e refletir se a gente não reclama muito da boa vida que temos. Não deixem de ver!






Abraços.
Simony:
E-mail: anasimonny@hotmail.com 

sábado, 17 de setembro de 2011

Defenestradores de Ideias




Estava pensando em um novo assunto a ser postado no nosso blog, até que esta semana enquanto divulgávamos o site percebi que algumas pessoas perguntaram "O que diabos é defenestrar ideias?" (acredito que muitas não tenham perguntado por vergonha ou por achar que fosse ignorância) mas realmente tenho que concordar que a palavra não é lá uma coisa muito comum de se ouvir. Pensando nisso, resolvi postar sobre a origem do nome do nosso blog, assim não temos que explicar um a um...
Primeiramente, vou falar qual foi a primeira vez que ouvimos a palavra "Defenestrar"... 
...Tudo começou numa bela quarta-feira em uma aula de linguística da nossa querida ex-professora Aparecida (não tô puxando o saco, pergunte a qualquer um um e todos irão falar o mesmo), que durante a aula ela nos apresentou este belíssimo texto do magnífico Luiz Fernando Veríssimo:



Defenestração

"Certas palavras tem o significado errado. Falácia, por exemplo, devia ser o nome de alguma coisa vagamente vegetal. As pessoas deveriam criar falácias com todas as suas variedades. A Falácia Amazônica. A misteriosa Falácia Negra.
Hermeneuta deveria ser o membro de uma seita de andarilhos herméticos. Onde eles chegassem, tudo se complicaria.
- Os hermeneutas estão chegando!
- Ih, agora que ninguém vai entender mais nada…
Os hermeneutas ocupariam a cidade e paralisariam todas as atividades produtivas com seus enigmas e frases ambíguas. Ao se retirarem deixariam a população prostrada pela confusão. Levaria semanas até que as coisas recuperassem o seu sentido óbvio. Antes disso, tudo pareceria ter um sentido oculto.
- Alo…
- O que é que você quer dizer com isso?
Traquinagem deveria ser uma peça mecânica.
- Vamos ter que trocar a traquinagem. E o vetor está gasto.
Plúmbeo deveria ser barulho que um corpo faz ao cair na água.
Mas, nenhuma palavra me fascinava tanto quanto defenestração.
A princípio foi o fascínio da ignorância. Eu não sabia o seu significado, nunca me lembrava de procurar no dicionário e imaginava coisas. Defenestrar deveria ser um ato exótico praticado por poucas pessoas. Tinha até um certo tom lúbrico. Galanteadores de calçada deveriam sussurrar ao ouvido de mulheres:
- Defenestras?
A resposta seria um tapa na cara. Mas, algumas… Ah, algumas defenestravam.
Também podia ser algo contra pragas e insetos. As pessoas talvez mandassem defenestrar a casa. Haveria, assim, defenestradores profissionais.
Ou quem sabe seria uma daquelas misteriosas palavras que encerram os documentos formais? “Nesses termos , pede defenestração..” Era uma palavra cheia de implicações. Devo até tê-la usado uma ou outra vez, como em?
-Aquele é um defenestrado.
Dando a entender que era uma pessoa, assim, como dizer? Defenestrada. Mesmo errada era a palavra exata.
Um dia, finalmente, procurei no dicionário. E aí está o Aurelião que não me deixa mentir. “Defenestração” vem do francês “Defenestration”. Substantivo feminino. Ato de atirar alguém ou algo pela janela.
Ato de atirar alguém ou algo pela janela!
Acabou a minha ignorância, mas não minha fascinação. Um ato como esse só tem nome próprio e lugar nos dicionários por alguma razão muito forte. Afinal, não existe, que eu saiba, nenhuma palavra para o ato de atirar alguém ou algo pela porta, ou escada a baixo. Por que então, defenestração?
Talvez fosse um hábito francês que caiu em desuso. Como o rapé. Um vício como o tabagismo ou as drogas, suprimido a tempo.
- Lês defenestrations. Devem ser proibidas.
- Sim, monsieur le Ministre.
- São um escândalo nacional. Ainda mais agora, com os novos prédios.
- Sim, monsieur lê Mnistre.
-Com prédios de três, quatro andares, ainda era possível. Até divertido. Mas, daí para cima vira crime. Todas as janelas do quarto andar para cima devem ter um cartaz: “Interdit de defenestrer”. Os transgressores serão multados. Os reincidentes serão presos.
Na Bastilha, o Marquês de Sade deve ter convivido com notórios defenestreurs. E a compulsão, mesmo suprimida, talvez ainda persista no homem, como persiste na sua linguagem. O mundo pode estar cheio de defenestradores latentes.
- É essa estranha vontade de jogar alguém ou algo pela janela, doutor…
- Humm, O Impulsus defenestrex de que nos fala Freud. Algo a ver com a mãe. Nada com o que se preocupar – diz o analista, afastando se da janela.
Quem entre nós nunca sentiu a compulsão de atirar alguém ou algo pela janela? A basculante foi inventada para desencorajar a defenestração. Toda a arquitetura moderna, com suas paredes externas de vidro reforçado e sem aberturas, pode ser uma reação inconsciente a esta volúpia humana, nunca totalmente dominada.
Na lua-de-mel, numa suíte matrimonial no 17º andar.
-Querida…
- Mmmm?
-Há uma coisa que preciso lhe dizer…
-Fala amor.
-Sou um defenestrador.
E a noiva, na inocência, caminha para a cama:
- Estou pronta pra experimentar tudo com você. Tudo!
Uma multidão cerca o homem que acaba de cair na calçada. Entre gemidos, ele aponta para cima e balbucia:
- Fui defenestrado…
Alguém comenta:
- Coitado. E depois ainda atiraram ele pela janela.
Agora mesmo me deu uma estranha compulsão de arrancar o papel da máquina, amassa-lo e defenestrar essa crônica. Se ela sair é porque resisti."




O Luiz Fernando Veríssimo é incrível né? E foi a partir desse texto que nos veio a ideia de criármos um blog com tal título (fala sério, não somos fodásticos?!) Agora, vamos reforçar o nosso entendimento sobre a palavra com este exemplo: Sabe quando o seu computador trava e você tem vontade de fazer isso:



Então, este é é um ótimo exemplo de defenestração, se bem que ninguém é tão "defenestrado" pra fazer uma coisa dessas, mas o exemplo tá valendo, haha ;)

Espero que a partir de agora, depois de toda essa minha explicação, ninguém ouse a me perguntar o que significa "defenestrar", caso aconteça, aviso desde já que o felizardo será (digamos que acidentalmente) DEFENESTRADO...

Obrigada mais uma vez por darem uma passadinha por nosso blog, voltem sempre e cuidado com os defenestradores por ai.



Abraços \o

Simony

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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Macarrão



          Vocês devem estar se perguntando: "Por que macarrão?"... Antes da minha explicação eu gostaria de mencionar um outro blog muito interessante chamado "Inglês no supermercado"http://www.inglesnosupermercado.com.br/fofoca-cup-noodles-come-macarrao-no-copo/
          Nosso professor de inglês nos indicou este site com o intuito de melhorarmos a nossa aprendizagem em inglês, e foi justamente neste site, em uma de suas postagens, que a aula sobre a palavra "Noodle" me chamou a atenção. Em inglês, "Noodle" pode ser verbo ou substantivo. Como verbo significa: tocar instrumento de forma improvisada. E como substantivo, ele significa macarrão
          A pergunta é: Você ficaria feliz se algum norte-americano ou inglês chamasse você de "noodle"?
        Enquanto vocês analisam o caso, vejamos a seguir um poema muito interessante e divertido do Wiliam Vicente Borges que encontrei na internet:


RECEITA DE MACARRÃO

Por: William Vicente Borges

MACARRÃO A LA POETA WILL

Ingredientes:

Macarrão
alho
curry
peito de frango
molho de tomate
creme de leite
azeite
paciência
amor
poesia
Duas taças de vinho



Modo de preparo:
Coloque água pra ferver. Ferveu?
Adicione o macarrão e fique de olho pra ficar
al dente.
É só ir testando com a colher
cuidado para não queimar
a língua. Se queimar
não vai poder recitar poesia
por uns dois dias.
O Macarrão tá legal? 
Jogue no escorredor.
Isso aí, estamos indo bem,
até agora.
Enquanto isso corte o peito
de frango em cubinhos bem lindinhos
numa outra panela
Coloque o azeite a gosto
e não a desgosto
Não esqueça de ligar o fogo.
Isso até não parece mais é essencial.
jogue os cubinhos do peito
de frango bem lindinhos
no azeite aquecido.
Coloque o alho com sal a gosto
acrescente o molho de tomate e
o curry
depois estar bem quente
coloque o creme de leite.
Vai ficar com uma cor rosê
aquela cor de algumas rosas
que não são muito vermelhas entende?

Vai mexendo até os cubinhos de
frango lindinhos estiverem cozidos.
Hum! já posso sentir o cheirinho.
Coloque o macarrão naquela
travessa especial que foi da vovó
se não tiver usa a que foi da mamãe
não? usa a sua mesmo. Não tem?
Tá legal usa uma panela maior mesmo,
serve.
Jogue o molho quentinho por cima
e coma a vontade.
Deixa a dieta para depois
Faltou os ingredientes principais?
paciência
amor
poesia
E as duas taças de vinho
Nada disso
O amor você acrescentou no processo
A paciência demonstrou até o final
A poesia está em viver o momento.
As duas taças de vinho é para
brindarmos agora.
Tim!Tim!
Essa receita é minha mesmo
pode fazer que dá certo.
Depois me fala.

...................
Outono de 2009
WILLIAM VICENTE BORGES
04/06/2009




          Eu simplesmente adorei esse poema. Mas voltando a nossa pergunta em destaque: O que realmente você faria se algum norte-americano ou inglês chamasse você de "noodle"?...

         Obviamente você diria "o que há de negativo se alguém for chamado de macarrão?"... Mas ai é que está, isso nada nos provoca, no entanto, para os norte-americanos e ingleses, "noodle" é uma forma informal de chamar alguém de estúpido, néscio, idiota, pateta, simplório, etc... Ou seja, ser chamado de "noodle", é na certa uma provocação ou insulto. Portanto, se alguém vier a lhe chamar de "noodle", nunca deixe barato, haha!... Fiquem atentos!



Abraços.
Simony
(@Anany_Oliveira)